II Festival de Música Júnior

Depois do sucesso do ano anterior, Montalegre voltou a receber mais um Festival de Música Júnior, evento pedagógico e artístico. Ao longo de nove dias, mais de 200 estudantes, oriundos das melhores escolas de música de Portugal e de Espanha, estiveram no Pavilhão Multiusos, «com ensaios de Naipe e Tutti, Master-Classes, concertos da Orquestra de Cordas e Orquestra Sinfónica, Big Band e Coro, supervisionados por um coletivo dos melhores professores dos dois países». A fechar esta iniciativa, teve lugar um concerto que encheu o auditório municipal.


O auditório municipal de Montalegre foi pequeno para receber as muitas pessoas que quiseram testemunhar o concerto de encerramento do II Festival de Música Júnior. Orlando Alves, vice presidente da Câmara Municipal de Montalegre, considerou o evento como «algo único no calendário das atividades culturais do concelho e também ímpar pela qualidade do espetáculo que foi desenhado ao longo dos dias». Ato contínuo, acrescentou que «é fantástico ver a esta forma saudável de ocupar o tempo pelos mais novos».

«NOTÓRIA QUALIDADE»

Sempre que acontece um «evento destes é um privilegio, motivo de alegria e também de gratidão», referiu Fátima Fernandes, vereadora da educação da Câmara Municipal de Montalegre. Após a atuação final, o rosto feminino da autarquia mostrou-se «impressionada com o talento, a paixão, a qualidade e harmonia apresentados». Foi um «momento fabuloso» e por isso «é necessário o reconhecimento aos alunos e professores pelo empenho, pelo trabalho e por esta noite magnífica».

«OPORTUNIDADE DE FORMAÇÃO»

Jorge Nogueira, em nome da organização, afirmou que «é uma honra ver o auditório repleto». Nessa linha, acredita que «as pessoas reconhecem o valor e todo o trabalho desenvolvido». O espetáculo correu «muito bem, com um sucesso imenso». Este êxito «só foi possível graças ao apoio da Câmara Municipal de Montalegre», salientou. Dos mais de 200 alunos, «perto de 40 são naturais do concelho», que encararam o evento como «uma boa oportunidade de formação».

«TÃO BEM RECEBIDO»
Carlos Moura, humorista que apresentou o concerto de encerramento, revelou que «foi um prazer estar em Montalegre». Pela primeira vez em território barrosão, definiu-o como «um local belíssimo», onde foi «tão bem recebido, tão acarinhado e tão bem alimentado». Foi uma experiência «maravilhosa».  Em relação ao espetáculo, Carlos Moura partilhou que «não estava à espera de uma enchente tão grande, de tanta gente tão bem disposta, numa atuação que foi muito longa».
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